sexta-feira, 4 de setembro de 2009

regiões zoogeográficas


As divisões geográficas baseadas nas fronteiras políticas, não ideais para situar as espécies dentro de um contexto biogeográfico. Sendo assim, através de uma análise biogeográfica do globo terrestre, os cientistas dividiram este em seis regiões zoogeográficas: Neártica, Etiópica, Oriental, Australiana, Paleártica e Neotropical. A região Neártica estende-se do Continente Europeu, passa pela África Saariana e atinge grande parte da Ásia. A Etiópica compreende a África ao sul do Deserto do Saara e a Ilha de Madagarcar. Já, a Oriental situa-se no Sudeste da Ásia (região das monções). A região Australiana distribui-se por Nova Guiné, Austrália e Nova Zelândia. A Neártica contem os territórios do Estudos Unidos, Canadá e Groenlândia. E finalmente a Neotropical engloba toda a América Latina e as Ilhas do Caribe. Alguns autores ainda denominam de Holártica a reunião das regiões Neártica e Paleártica e de Indo-australiana o somatório das regiões Oriental e Australiana. A lepidopterofauna possui representantes em todas estas regiões. A localização original ou o deslocamento pelas regiões zoogeográficas, de uma espécie, permite classificá-la em nativa, exótica ou cosmopolita. As espécies nativas são aquelas que habitam sua região original. As exóticas são aquelas, que por algum motivo, estão deslocadas dos sua região natal. Já, as cosmopolitas habitam todas as regiões zoogeográficas.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Regiões Zoogeografica

Zoogeografia é o ramo da biogeografia que estuda a distribuição geográfica das espécies animais. Além de mapear a distribuição atual das espécies, os zoogeógrafos formulam teorias para explicar essa distribuição, baseados em informações sobre geografia, fisiografia, clima, e história geológica, assim como o conhecimento da história evolutiva dos animais e as relações entre eles.

Distribuição por dispersão

A capacidade de dispersão por grandes distancias varia muito de grupo para grupo. Protozoários enquistados, tardígrados, rotíferos, esporos de fungos e muitos outros organismos pequenos são capazes de suportar condições adversas e podem ser levados a grandes distâncias pelo vento e, assim, não é surpreendente que muitas dessas formas apresentem ampla distribuição.

Influência do meio

Entre os fatores externos que atuam sobre os animais, um dos mais importantes é a temperatura. Conforme a capacidade de resistência às variações, os animais podem ser classificados em dois grupos: os estenotermos, muito sensíveis (por exemplo, peixes e alguns insetos, que morrem em decorrência da mudança brusca de temperatura), e os euritermos, que suportam grandes oscilações.

Interação com o meio

Para a compreensão da distribuição geográfica dos animais, é esclarecedor o estudo da paisagem. Assim, nas florestas equatoriais-tropicais, à semelhança do que se verifica com a vegetação, encontra-se grande variedade de espécies animais. As sinúsias (estratos de vegetação no interior da mata identificados por apresentarem espécies características) proporcionam diferentes ambientes para os animais.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Eventos biológicos durante o tempo geológico


Especiação peripatrica


A especiação peripátrica é um tipo especial de especiação alopátrica ou parapátrica, em que uma das populações isoladas é bastante menor do que a outra. Nestes casos, como a população é pequena, mecanismos como a deriva genética ou o efeito fundador são mais importantes, pois populações pequenas sofrem frequentemente do efeito de gargalo.

Especiação dicopátrica

Durante a especiação dicopátrica, a população inicial divide-se em duas populações dicopátricas (geograficamente isoladas) devido, por exemplo, a fragmentação do habitat pelo aparecimento de uma cadeia montanhosa. As populações assim isoladas vão se diferenciar genotipica e/ou fenotipicamente quer por as populações estarem sujeitas a pressões selectivas diferentes ou por factores aleatórios como a deriva genética. Após um certo tempo, quando as barreiras ao contacto entre as populações desaparecem, os indivíduos que faziam parte da mesma espécie voltam a se encontrar, agora, evoluídos o suficiente para estarem reproductivamente isolados ou já não serem capazes de trocar genes entre si.

domingo, 23 de agosto de 2009

O conceito de subespécie


Subespécies, são populações de mesma espécie que diferem entre si quanto a determinadas caracteristicas.
A formação das subespécies ocorre, geralmente, por um processo denominado irradiação adaptativa. Este consiste no isolamento geográfico de populações de uma mesma espécie, as quais vão se tornando geneticamente diferentes; isso ocorre devido ao acúmulo de mutações novas e à seleção de diferentes combinações novas e à seleção de diferentes combinaçoes gênicas, imposta pelas condições em cada em uma das regiões. Pelo fato de estarem relativamente isoladas, adaptadas a ambientes particulares, as subespécies tendem a manter e a acentuar sua identidade. A formação na subespécies representa uma etapa de transição na origem de novas espécies.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009


O processo evolutivo envolve dois mecanismos de especiação: a anagênese e a cladogênese.


Anagênese (ana = para cima; gênesis = origem): consiste na transformação progressiva de uma espécie, com mudanças graduais que levam à adaptação evolutiva; resulta da interação dos fatores evolutivos, pode ser chamada de microevolução.


Cladogênese (clado = ramo): é o processo pelo qual duas populações isoladas diferenciam-se no decorrer do tempo, originando duas novas espécies. Nesse caso, a anagênese ocorre de forma independente nas duas populações, fazendo com que elas se tornem distintas.


By: Priscila Batista, bjoos a todos !!!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

FALA QUE EU TE ESCUTO

Essa postagem é especialmente para os alunos tirarem suas dúvidas com o professor!!!!
Perguntem que ele responde!!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

AMIGOS DA XURUPITA











Os caras da xurupita aew!!!!!!!!!!!!!!!
Esse 3° ano é D+!!!!!!

domingo, 2 de agosto de 2009

Teoria Moderna da Evolução


O surgimento da Genética no século XX e seu grande desenvolvimento permitiu a reinterpretação da teoria de Darwin à novas descobertas sobre a hereditariedade. Entre 1930-40, os conhecimentos genéticos foram incorporados as teorias de Darwin numa síntese evolucionária, daí surgiu a Teoria Moderna da Evolução ou Teoria sintética, às vezes chamada de Neodarwinismo. A teoria moderna incorpora ao conceito de seleção natural as explicações genéticas p/ a origem da diversidade, mas Darwin ñ dispunha de uma explicação consistente expondo sua teoria a críticas q ele ñ pode responder adequadamente.
A teoria moderna considera 3 fatores evolutivos principais: mutação gênica, recombinação gênica e seleção natural.
Mutações gênicas: são alterações do código de bases nitrogenadas do DNA, q originam novas versões de genes, q podem produzir novas características nos portadores dea mutação, podem ocorrer espotaneamente, ou induzidas por agente externos, como radiações.
Recombinação gênica: refere-se à mistura de genes de indivíduos diferentes q ocorre na reprodução sexuada, nos organismo eucarióticos, a recombinação gênica ocorre por meio de 2 processos q acontecem durante a meiose: a segreção independente dos cromossomos e a permutação, ou crossing-over.
Seleção Natural: segundo Darwin todos os seres vivos lutam p/ sobreviver, os mais aptos tem maior chance de sobreviver, isso Darwin deu o nome de seleção natural, q inspira-se no fato de q alguns são presas e tem q evitar ser devorados, e outro são predadores e tem q capturar esses animais ou morrerão de fome. A seleçao natural é classificada de 3 tipos: estabilizadora, direcional e disruptiva.
seleção estabilizadora: qdo em ambientes estáveis, a média de indivíduos estar bem adaptada às condições ambientais, a seleção favorece os indivíduos médios e seleciona indivíduos c/ características extremas.
seleção direcional: qdo ocorrem mudanças ambientais e um fenótipo antes desfavorável passa a ser favorecido.
seleção disruptiva: akela q favorece os indivíduos portadores de características extremas numa curva normal, enquanto indivíduos médios levam desvantagem.

Existem também as adaptações:
camuflagem: propriedade de os membros de uma espécie apresentam uma ou mais caractéristicas q os assemelham ao ambiente, dificultando sua localização por outras espécies, sejam predadores ou presas. ex.: coruja do árticoc/ plumagem de inverno.
coloração de aviso: funciona cmo proteção, alertando aos predadores q o animal tem sabor desagradável e é tóxico, sendo melhor evitá-lo. ex.:borboleta monarca.
mimestismo: duas espécies diferentes assemelham-se em certas características, o q constitui vantagem p/ uma ou p/ ambas em relação a outra ou outras espécies. ex.: corais verdadeiras e falsas-corais.

Esse é um pequeno resumo do capítulo 10, ainda faltou algumas coisas mas espero q vocês tenham gostado ! :) aproveitem esse conteúdo e comentem !!! ASHUSHHS'
Por : Priscila Batista .